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terça-feira, 2 de outubro de 2012

O ônibus



 Eu nunca me senti completa. Nunca estive satisfeita. Mas também nunca me interessei em fazer algo para mudar. Quando Robert, meu esposo não estava comigo, o que cuidava da minha ansiedade era passear com Billy. E ainda evitava que ele fizesse suas necessidades pela casa obviamente.
Eu fazia esse passeio pelas redondezas toda madrugada. Pelo menos até aquele dia. Eram 1 e 45 da manha, um babaca freou bem em cima de nós, por pouco não nos acertou. Apesar do susto o que mexeu comigo não foi isso, e sim aquele ônibus verde que apareceu. Lotado de passageiros, o motorista com cabelo milimetricamente penteado, com um sorriso que parecia sugar toda minha coragem. Ele estacionou, abriu a porta da frente e desceu.
- Está na hora de vir conosco Clarisse.
Ele disse com um tom acolhedor e ao mesmo tempo frio. Eu não entendia como ele sabia meu nome, nem porque passara por ali, já que havia nenhuma linha de ônibus nessa rua. Entre o medo, a desconfiança e a curiosidade, tudo que pude responder foi:
- Não, obrigado.
Virei-me e voltei para casa. Meu marido já havia chegado.
- Onde você estava amor?
- Fui passear com o cachorro.
- A essa hora de novo amor? Amor? Ei!
- Desculpe.
- O que foi?
- Robert, qual linha de ônibus passa na rua aqui em frente a nossa casa?
- Nenhuma amor. Faz quatro anos que moramos aqui e nunca passou sequer um ônibus, e caso alguma linha fosse criada aqui, acho que saberíamos. Por quê?
- Um ônibus parou pra mim hoje. E o motorista sabia o meu nome.
- O que? Como assim?
- Eu também não sei.
- Olha amor, você anda muito estressada com os preparativos do nosso casamento, ainda decidiu parar com seu remédio para ansiedade.
- Você está dizendo que eu sou louca? Eu não vi coisa. Era um ônibus, um ônibus de verdade.
- Não estou dizendo que não era amor. Apenas durma um pouco, descanse. Amanha vai perceber que pode ter sido algo da sua cabeça.
Fui-me deitar furiosa, mas sem admitir que o que ele disse fazia mais sentido. E realmente, acordei no dia seguinte mais leve e feliz por saber que finalmente seria o dia de escolher o vestido.
O olhar das moças do ateliê eram os juízes da minha escolha. Se eu escolhesse um que fizesse os olhos de todas elas brilharem, esse era o certo.
- O que é isso no seu nariz Clarisse?
Uma senhora me questionou com espanto.
- O que?
Minha calma e leveza foram embora quando levei as mãos ao rosto e percebi que o sangue escorria pelo meu nariz. Senti-me sufocada. Precisava de ar e por isso corri para fora da loja. Lá fora estava ele me esperando. Aquele mesmo ônibus. Os mesmos passageiros. E o mesmo motorista parado na porta com seu sorriso.
- Eu não posso esperar mais Clarisse. É hora de vir conosco.
- Não! Você não vai me levar!
Naquele momento tudo fez sentido. Talvez aquele carro... Aquele carro não "quase" me acertou. Aquele carro me atropelou. É isso. Estou morta, não me resta nada a não ser me entregar. Mas agora não, agora eu tenho tudo. Vou me casar. Não posso abandonar tudo isso. E não vou! Voltei para dentro da loja.
- Moça, chame a policia, por favor!
- O que houve minha jovem?
- Aquele homem está me perseguindo!
- Quem?
- Aquele dentro do onib...
Era até óbvio. O ônibus não estava mais lá.
- Menina, sente-se. O que aconteceu? Seu nariz está sangrando.
Aquela gentil senhora limpava meu rosto e eu sequer podia sentir suas mãos. A imagem do ônibus, aquele sorriso macabro, nada daquilo deixava minha mente a sós por sequer um segundo. Acho melhor ir pra casa. Um banho deve esfriar minha cabeça.
A água fria pelo meu corpo me dava uma falsa sensação de alívio. Saí do banho e fui me secar. Meu cachorro me olhava quase implorando para passear.
- Desculpe Billy, você sabe quem está lá fora esperando por mim.
Será que esse seria o meu destino? Presa dentro de casa, com medo de um ônibus que sequer existe. Presa na dúvida. A vida é minha e ninguém pode me tomar. Pela primeira vez eu não senti medo. Eu estava pronta pra enfrentar tudo aquilo. Eu não podia fugir mais. O medo deu lugar à confiança. Aprontei Billy, pus um casaco e saí. Já era tarde mesmo, quase duas da manha. Depois de uma pequena caminhada, lá estava ele me esperando. Vi o ônibus fazer uma curva e vir até a mim. Ele estacionou e como sempre, o motorista desceu.
- Clarisse, não seja egoísta, você não é a única aqui. Você tem que vir conosco.
- Não, eu não vou!
- Você tem certeza?
- Tenho!
Eu gritava tão determinada que não percebi que Billy escapava das minhas mãos e entrava no ônibus.
- Não Billy, vem cá! Devolva meu cachorro!
- Não posso Clarisse, foi ele quem escolheu.
Eu não sabia se devia continuar e deixa-lo, eu o amava demais. Mas manti minha posição.
- Eu não vou! Essa é a minha vida eu escolho!
- Não Clarisse... Essa não é a sua vida. É a vida que você poderia ter tido...
O homem voltou para seu banco, fechou a porta e foi embora. Acho que agora sim, está tudo resolvido. Nunca mais verei aquele maldito ônibus. Sinto-me mais leve, porém de um jeito estranho. Toda aquela preocupação e ansiedade se foram, agora eu só vejo uma luz. Uma luz intensa. Finalmente eu acho que terei paz.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Para uma criança, um monstro pode ser real


Estava vagando pelo site Bloody Disgusting e acebei vendo a imagem de um coelho estranho, aí decidi clicar para conferir o que era e assisti o vídeo abaixo. Pelo que entendi, o vídeo foi feito por um grupo finlandês chamado Fragile Childhood que busca conscientizar e também acender uma discussão sobre como pais alcoólatras podem afetar seus filhos. Além de interessante, o vídeo também é assustador. Confira:



Creepypasta - Bob Esponja


Ótimo vídeo do canal Click no Play. Uma fantástica Creepypasta sobre os 7 Pedaços Capitais, cada um caracterizado por um personagem do desenho Bob Esponja.

domingo, 30 de setembro de 2012

The Rake

Durante o verão de 2003, eventos no nordeste dos EUA envolvendo uma estranha criatura humanoide apareceu na mídia local antes de um grande apagão. Pouca ou nenhuma informação foi deixada intacta, e a maioria das informações na Internet sobre a criatura foi destruída misteriosamente.

Ela aconteceu primeiramente na parte rural do estado de nova York, auto proclamadas testemunhas contaram suas historias sobre seus encontros com a criatura de origem desconhecida. Alguns estavam TERRIVELMENTE AMEDRONTADOS enquanto outros tinham uma curiosidade que somente era encontrada em crianças. Seus depoimentos não estão mais disponíveis, porem muitas pessoas envolvidas ainda procuram respostas sobre o Rake e sobre os acontecimentos daquele ano.


No inicio de 2006, ao final da investigação encontraram quase 2 dúzias de documentos entre os séculos 12 e hoje em dia, em 4 continentes. Em quase todos os casos as historia era praticamente idêntica. Eu estive em contato com um membro do grupo de investigação e fui capaz de obter algumas partes de seu livro que será lançado brevemente

Nota de suicídio: 1964

"Enquanto me preparo para tirar minha própria vida, sinto que é necessário escrever para amenizar a dor e a culpa que sinto. Não é culpa de ninguém alem dele. Assim que acordei eu senti sua presença. E assim que acordei eu vi sua forma. Uma vez que acordei novamente eu escutei sua voz, e olhei em seus olhos. Eu não posso dormir sem medo da próxima experiência que terei quando acordar. Eu nunca mais posso acordar. Adeus."

Foi encontrado uma caixa de madeira onde haviam 2 envelopes vazios adereçados a William e Rose, e uma carta pessoal sem envelope:

"Querida Linnie,

Eu tenho rezado por você. Ele falou seu Nome."

Trecho de um jornal (traduzido do espanhol): 1880

"Eu experimentei o maior TERROR. Eu experimentei o maior TERROR. Eu experimentei o maior TERROR. Eu vejo seus olhos quando fecho os meus. Eles são vazios. Negros. Eles me viram. Sua mão molhada. Eu não vou dormir. Sua voz...(parte ilegível)"

Diário do capitão: 1691

"Ele veio a mim durante meu sono. Do pé da minha cama eu tive uma sensação. Nos devemos voltar para a Inglaterra. Nos não devemos voltar aqui a pedido do RAKE."

Depoimento de uma testemunha: 2006

"Três anos atrás, eu havia retornado de uma viagem até as cataratas do Niágara com minha família no 4 de julho. Nos estávamos todos exaustos apos um longo dia dirigindo, então meu marido e eu pusemos as crianças direto para a cama.

Por volta das 4 da manha, eu acordei achando que meu marido acordara para usar o banheiro. Nesse momento me levantei e o acordei no processo. Me desculpei e disse a ele que eu pensava que ele havia saído da cama. Quando ele se virou para mim, ele ofegou e puxou seus pés do fim da cama tão rápido que quase me derrubou da cama. Ele me agarrou e nada disse.
Quando meus olhos se acostumaram ao escuro, eu fui capaz de ver o que causou essa reação nele. No pé da cama, sentado e nos olhando, estava o que parecia um homem pelado, ou um grande cachorro sem pelo. Seu corpo estava contorcido de um jeito perturbador e desnatural, como se ele tivesse sido atropelado ou coisa parecida. Por alguma razão eu nao estava instantaneamente com medo dele, mas com pena de sua condição. A essa altura eu estava achando que nós deveríamos ajudá-lo

Meu marido estava em posição fetal, ocasionalmente olhando para mim e depois para a criatura

Em um movimento agitado a criatura cambaleou em volta da cama, chegando a ficar a uma distancia de 1 pé de meu marido. A criatura estava completamente silenciosa por uns 30 segundos (ou talvez uns 5 segundos, mas pareceu 30) olhando para meu marido. A criatura pôs sua mão em seu joelho e correu em direção ao corredor, indo em direção ao quarto das crianças. Eu gritei e corri para o interruptor, planejando pará-lo antes que ele machucasse as crianças. Quando cheguei no corredor a luz do quarto era o bastante para vê-lo a uns 20 pés de distancia. Ele se virou para mim e me olhou diretamente, coberto de sangue. Eu liguei a luz do corredor e vi minha filha Clara em suas presas.

A criatura descia as escadas enquanto eu e meu marido corríamos desesperadamente para salvar nossa filha. Vendo que não escaparia carregando o peso de nossa filha, ele a deixou e fugiu. Ela estava gravemente ferida e disse somente uma frase em sua pequena vida. Ela disse: "Ele é o RAKE".

Meu marido caiu no lago enquanto levava nossa filha ao hospital. Ele não sobreviveu.

Como era uma cidade pequena, a noticia se espalhou rapidamente. A policia foi de grande ajuda no começo, e o jornal local ficou bastante interessado também. Entretanto, a historia nunca foi publicada, e a TV local nunca mostrou a notícia.

Por vários meses, eu e meu filho Justin ficamos em um hotel perto da casa dos meus pais. Depois de decidir voltar para casa, comecei a procurar respostas sozinha. Eventualmente encontrei um homem na cidade seguinte que tinha uma historia parecida com a minha. Nos nos contatamos e começamos a falar sobre nossas experiências. Ele conhecia mais 2 outras pessoas em nova York que haviam visto a criatura chamada de RAKE.

Todos nós precisamos de 2 anos de procura de material na Internet e cartas para conseguir juntar uma pequena porção do que acreditávamos ser aparições do RAKE. Nenhuma das informações nos deu nenhum detalhe, história ou pista. Um jornal tinha um artigo falando sobre ele nas 3 primeiras paginas, mas depois disso, nunca mais o mencionaram de novo. Um diário de capitão não explicou nada sobre o encontro, apenas falando que o RAKE mandou eles irem embora. Aquela era a ultima parte do diário.

Nós descobrimos, entretanto que a criatura visita a pessoa VARIAS vezes. Ele também se comunicava com varias pessoas, incluindo minha filha. Isso nos levou a pensar se o RAKE havia nos visitado alguma vez desde nosso ultimo encontro.

Eu pus um gravador do lado da minha cama e o deixei gravando enquanto dormia, todas as noites, por 2 semanas. Checava todos os sons do meu quarto, de mim rolando na cama, todo dia que eu acordava. No final da ultima semana, eu já estava meio que acostumada com o som que eu fazia enquanto dormia, até que escutei o mesmo som, só que 8 vezes mais rápido que o normal (Ainda era quase 1:00).

No primeiro dia da 3º semana, pensei ter escutado algo diferente. O que eu ouvi era uma voz estridente... Era o RAKE. Não consigo escutar aquilo tempo o bastante para descrevê-la, e ainda não deixei ninguém escutar a gravação. Tudo que eu sei é que já escutei isso antes, e acredito que era exatamente o que falava enquanto estava ao lado de meu marido. Eu não me lembro de escutar nada na hora, mas por alguma razão, a voz no gravador automaticamente me lembra aquele momento.

Os pensamentos que devem ter passado pela mente de minha filha naquela noite me deixam muito frustrada.

Eu não vi mais o RAKE desde que ele arruinou a minha vida, mas sei que ele está no meu quarto enquanto eu durmo. E temo que uma noite eu acordarei e verei ele me observando."

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Jeff Está de Volta


A história a seguir foi escrita por um detetive que, após analisar os vídeos de evidência, relatos de testemunhas, e o vídeo que a vitima alegou ter assistido, desenvolveu uma história. Esta é sua história.

Era tarde da noite em uma típica terça-feira. Eu estava navegando na internet, enquanto tinha dois grandes copos de cafés que havia pegado em um bar ao lado de minha casa, e naquele dia, eu não conseguia dormir. Depois de assistir vídeo inúteis do YouTube após vídeo inútil do YouTube, me deparei com um título estranho na barra de vídeos relacionados. Nenhuma das letras estava no idioma inglês, no entanto, os formatos das letras se pareciam com palavras, embora eu não conseguisse decifrá-las. Curioso, eu cliquei no vídeo.

De repente, comecei a ouvir vários rangidos e gemidos vindos da minha casa. Rapidamente me virei e peguei um bastão de baseball que estava no canto do quarto, pronto pra uma batalha fatal. Para minha surpresa, não havia intrusos na casa, nem quaisquer sinais de uma entrada forçada. Todas as portas também estavam trancadas. Pensando que estava somente muito cansado, me virei e preguiçosamente caminhei de volta para o meu quarto.

Eu havia gastado muito dinheiro em uma conexão banda-larga, e fiquei surpreso ao perceber que o vídeo que eu tinha clicado antes, ainda não havia carregado. Impaciente, decidi atualizar a pagina mais umas quatro vezes, na esperança do vídeo carregar. Depois do que pareceu uma eternidade de espera, finalmente a página carregou. O fundo era preto e completamente escondia todo o texto, exceto pelo nome de usuário que colocara o vídeo, e a descrição, ambos em vermelho carmesim. O nome de usuário era "NightmareSLUMBER", e a descrição era a seguinte:

Mas que ignorância a sua.
Você não tem conhecimento da minha presença demoníaca em sua vida.
Vou destruir tudo pelo que você luta.
Covarde patético.
Eu sempre estive te observando.
E logo, você virá viver comigo...
Para sempre...

Pensando que isso era apenas uma idiotice de uma criança de 12 anos de idade, não prestei atenção no perigo em que eu estava me mentendo. O vídeo começou com uma imagem de um hospital mental abandonado (Mais tarde descobri que era o Hospital Denbigh). A imagem era de um corredor longo, escuro e esfarrapado, estendendo para além do campo visual do telespectador. A parede esquerda do corredor tinha janelas separadas por colunas. O corredor estava iluminado por um luar lúgubre, exceto pelas partes escurecidas pelas sombras das colunas. A escuridão do corredor era um negro profundo, algo que eu nunca tinha visto antes. Tive a impressão de que o hospital estava abandonado há muito tempo, e que nunca fora limpo.

No primeiro minuto de vídeo, tudo que mostrava era uma imagem do corredor. Não havia nenhum som, nem movimento. Em aproximadamente 1:13 de vídeo, notei um movimento lento e discreto no final do corredor. A “coisa” tinha uma postura humana, mas andava de uma maneira muito incomum, mais notavelmente com sua cabeça inclinada diretamente para o chão. A criatura acelerou firmemente a medida que o vídeo progredia, eventualmente chegando a correr em direção a tela. A criatura correu de cabeça na câmera, derrubando-a. Ao mesmo tempo, ouvi um estrondo muito forte na minha porta. Fora só uma pancada, e parecia que alguém tinha acabado de correr pra cima da porta.

Dei um pulo e peguei o bastão novamente, quando ouvi meu computador fazer um som de erro. O computador, de repente, entrou na “tela azul de erro”, dizendo que desligaria por motivos de segurança. A tela então começou a mostrar um relatório de erros, dizendo que um hacker desconhecido havia obtido informações sobre meu endereço. Meu programa antivírus ativou, e detectou o endereço de IP do hacker: ele morava em alguma cidade de Northern Wales (Escócia); especificamente, a invasão havia sido feita de um asilo mental abandonado.

Então, a energia da casa acabou. Neste ponto, eu estava extremamente assustado. Meus olhos encheram-se de lagrimas, enquanto minha respiração acelerava. Comecei a ouvir alguém gemendo de dor do lado de fora da porta. Eu sabia que sair pra ver era um erro, mas decidi ir assim mesmo. Quando olhei pelo olho mágico da porta, não havia ninguém do lado de fora. Porém, eu ainda podia ouvir o gemido. De maneira alguma eu abriria aquela porta.

Tive um ataque de pânico e imediatamente tentei entrar em contato com a polícia local, no entanto, simplesmente dava ocupado, tanto no telefone fixo como em meu celular. Corri de volta para o meu computador para ver se eu conseguia ligá-lo a um gerador e pedir ajuda desta forma, quando notei que a tela do computador ainda estava ligada. Em um texto vermelho gigante, por cima do fundo preto, somente dizia: "Vá Dormir".

Um grito penetrante ecoou em seguida. Parecia que alguém estava morrendo. Corri para a cozinha, e tirei duas facas de uma gaveta. Isso foi real. Isso realmente estava acontecendo. Os gritos ficaram mais altos e mais desesperados. Sob os gritos, comecei a ouvir uma estranha risada fraca, histérica.

Corri desesperado pela casa tentando descobrir o que estava acontecendo. Então, ouvi um choro vindo de um armário próximo ao meu quarto. Minha pele gelou, quando agarrei a maçaneta. Ela gelara com o toque. Eu deveria ter dito alguma coisa antes de abrir a porta, mas não tive o bom senso de fazer isso. Abri estrondosamente a porta, somente para ver uma garota muito jovem, morta e ensangüentada, amassada em uma pilha de roupas no meu armário.

Seu estômago havia sido rasgado, e suas entranhas arrancadas. Ela estava completamente nua, e coberta de sangue. A parede, então, fora iluminada com uma luz vermelha. Percebi que algo estava escrito com sangue na parede.

"Você deveria ter ouvido meu aviso. Hora de ir dormir."

Nisso eu me virei, e atrás de mim, me deparei com a figura no vídeo, cabisbaixo e tudo mais. Eu congelei de medo. Com um movimento brusco, quase como se eu estivesse assistindo a um vídeo que tinha pulado alguns quadros, a figura girou sua cabeça e olhou para mim. Depois disso, tudo ficou escuro.

Nota do detetive: O corpo da vítima fora encontrado em um estado semelhante ao da jovem garota no armário. Apesar de vários exames de sangue, não foi possível identificar a menina. Na verdade, devido à falta de relatório de uma pessoa desaparecida, o fato de que ninguém se apresentou para descobrir seu paradeiro ou tentar resolver o caso do assassinato, e já que nenhum dos testes de sangue que efetuamos deu resultado, parecia que a menina nunca existira. Ainda não confirmamos que a “invasão” veio do hospital mental abandonado; no entanto, não há nenhuma explicação sobre a maneira que estas invasões foram programadas em horários tão próximos. Emitimos um mandado de prisão, mas nenhum policial quer entrar nas ruínas da casa, temendo por suas vidas. A única informação que temos, é de uma testemunha que afirma ter visto uma criatura extremamente incomum e assustadora correndo para dentro de um hospital alguns dias depois. De acordo com o depoimento da testemunha, percebemos uma semelhança chocante entre o rosto do “habitante” do hospital mental, e a imagem a seguir, retirada de um site cheio de histórias de terror, com as palavras "Vá dormir" legendadas por cima.


Inúmeros assassinatos como este vem ocorrido desde então, e as vitimas tinham algo em comum: todas elas haviam assistido ao vídeo, alguns minutos antes do homicídio ter sido cometido. Funcionários do YouTube tem tentado remover aquele vídeo, no entanto, cada moderador que tenta acaba sendo brutalmente assassinado. O caso permanece sem solução."

2º Nota do detetive: Depois de mais algumas pesquisas sobre o caso, algumas descobertas foram feitas. Primeiramente, embora eu tenha sido incapaz de encontrar a origem do vídeo, testemunhas das ultimas vítimas do assassino em série forneceram provas suficientes para apontar a imagem utilizada como fundo do vídeo. Embora esta seja uma imagem JPEG e, portanto, uma imagem fixa, havia rumores de que, se você olhar para a imagem durante um tempo, ela começaria a se contorcer. Continue olhando, e você pode ver uma criatura começar a correr em direção à câmera. Ninguém nunca viu a imagem tempo o suficiente para ver a criatura chegar perto da câmera, mas a evidência visual é suficiente para firmar que o assassino é a mesma pessoa que aparece no vídeo. A imagem pode ser encontrada abaixo (Veja a seu próprio risco, pois sua vida pode estar em jogo).

Além disso, fui a busca de mais informações sobre o assassino. Para meu horror, encontrei varias notícias on-line sobre um tal de "Jeff, O Assassino". As histórias falam sobre um serial killer que, desenvolvendo suas tendências psicopatas ainda no início de sua adolescência, acabou matando todos em sua família. O aspecto mais chocante da história é que Jeff matava suas vítimas da mesma maneira brutal que os assassinos internados do Hospital Mental Denbigh, chegando até mesmo ao ponto de dizer para as vitimas "IREM DORMIR", antes de assassiná-las. O aspecto mais assustador, porém, é que a imagem fornecida de Jeff, é exatamente a mesma imagem fornecida por testemunhas do assassino do Asilo Denbigh, levando os investigadores a acreditarem que eles realmente são a mesma pessoa. Para ler mais, basta pesquisar "Jeff, O Assassino" na internet e ler por sua conta e risco.

O fato mais terrível de tudo, porém, está na minha experiência pessoal. Depois de escrever este relatório, comecei a ouvir sons estranhos em toda minha casa. Imaginando não ser nada demais, continuei fazendo minha pesquisa sobre Jeff. Os ruídos ficaram cada vez mais altos. Procurei do lado de fora, pensando ser um pássaro ferido. Quando voltei pra casa pela minha porta, no entanto, notei movimento na janela. Eu imediatamente tentei ligar para os reforços policiais, mas dava sinal de ocupado. Preocupado, desliguei o telefone e olhei para a porta, somente para ver Jeff, olhando diretamente para mim com aqueles olhos frios e mortos, e seu rosto horrivelmente desfigurado. Seu sorriso era a coisa mais estranha que eu já vi em toda minha vida. Então, imediatamente carreguei minha arma e comecei a atirar. Jeff desapareceu no meio da noite.

Sei que estou em perigo, por isso coloquei vigilância constante em volta de minha casa para me proteger. Eu ainda vejo flashes brilhantes de luz e escuto fortes batidas ao redor de minha casa, junto com um riso horrível e malicioso, dos quais apenas um serial killer psicótico poderia reproduzir. Talvez seja só minha imaginação. Não sei por quanto tempo passarei por isso até conseguirmos pegá-lo, mas, se ele continuar com essas aparições, então provavelmente teremos uma confirmação de sua identidade exata. Sinto que estamos muito perto de capturá-lo, porque eu continuo a ouvir risadas e sons que crescem ao longo dos dias, e no momento em que escrevo isto, estou à beira do desespero. Estou tentando me comunicar com a estação policial pelo rádio, mas ele simplesmente parou de funcionar. Vejo uma luz se aproximando, mas estou com minha arma carregada, e pronta. É ele, eu sei disso. Posso ver o seu rosto. Agora é hora ded
mntoujiujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujujyhjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjj/

Olá a todos. Meu nome é Jeff. Não gosto que esta história esteja sendo publicado, mas tudo bem. Não é como se qualquer um de vocês fosse capturar um demônio de meu nível. O detetive está morto. As pesquisas estão terminadas. E isso tudo é hilário, porque ao ver este documento, eu registrei cada um de seus endereços IP, e agora sei exatamente onde você está. Lucas, vou pegar você primeiro.

Vocês não estão mais seguros. Heh. Hahahaha! AHAHAHAHHH!

Eu acho melhor você ir dormir :) Estarei por ai em breve.

Atenciosamente,
Jeffrey, O Assassino.

sábado, 22 de setembro de 2012

Pulseira vermelha

Em alguns hospitais, quando você entra lá, recebe-se uma pulseira branca com seu nome nela. Porém existem outras pulseiras com outros significados. As vermelhas são colocadas em pessoas mortas.

Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital universitário. Ele acabara de concluir uma operação e estava indo ao terraço. Entrou no elevador e lá havia outra pessoa. Conversou casualmente com a mulher enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador abriu, uma outra mulher ia entrar, então o doutor espancou e apertou o botão de fechar a porta. E, em seguida, o do andar mais alto. Surpresa, a mulher que estava no elevador com o doutor o repreendeu por ter sido rude e perguntou porque ele não deixara a outra mulher entrar.

E o doutor disse; "Essa é a paciente que eu acabei de operar. Ela morreu enquanto eu a operava. Não viu a pulseira vermelha que ela estava usando?"

A mulher sorriu enquanto levantava o pulso para o doutor, perguntando: "Parecida com essa?"






Pokemon Yellow: O Grito do Pikachu


Primeiramente, isto realmente aconteceu. Se você acredita em mim ou não, isso não importa; esta é a coisa mais assustadora que já vi e ouvi. Eu estava começando a jogar Pokémon Yellow no meu computador (Windows Home 7), então decidi colocar alguns códigos de “GameShark” para que tentasse forçar o Prof. Carvalho à lutar contra um MISSINGNO (personagem/Pokémon/glitch fictício dos jogos Pokémon, que na Agenda Pokemon aparece como “Nº 000”), ao invés do habitual Pikachu. Achei que o resultado seria engraçado. Para torná-lo mais divertido, também mexi com a memória do game.

O jogo finalmente carregou, eu comecei um novo arquivo. Pulei todo o discurso do Professor Carvalho. Coloquei meu nome como “AAAA”, e minha rival com o mesmo nome. Eu não me preocupei em escolher nomes reais para eles, pois o jogo provavelmente travaria de qualquer maneira. Levei meu personagem para fora de casa e em direção ao gramado. Quando pisei na grama, o tema do Prof. Caralho começou a tocar.

Professor: Hey! Espere! Não vá para fora!

Meu personagem notou a presença do professor, enquanto ele vinha correndo em minha direção.

Professor: Essa foi por pouco!

“POKéMON selvagem está pronto pra batalha!”

Carvalho estava virado para a direita quando a batalha começou. É nesse ponto que você normalmente enfrenta Pikachu, mas estranhamente, a tela ficou preta quando normalmente se desvanece para a tela de batalha. A música de batalha começou a tocar normalmente, antes de mudar. Tudo começou a soar agitado, mas eu continuei. Então, do nada, o campo mudou de uma forma assustadora. A tela de batalha finalmente apareceu, com pixels agitados misturando-se no lugar do adversário do Prof. Carvalho.

Quando a animação parou, eu poderia jurar que ouvi o grito do Pikachu, puro desespero. Meu coração estava batendo forte. A tela do jogo ficou coberta de um padrão estranho de pixels . Ambos o Professor e a “coisa pixealizada” estavam completamente deformadas.

O som então cortou para um ruído estático, enquanto a corrupção tornava-se pior, e o grito de Pikachu poderia ser ouvido ao fundo, antes de se calar subitamente. Não havia estático ou gritos. Após alguns segundos, a tela mudou novamente, agora se tornando somente linhas pretas sobre um fundo branco, enquanto um som estranho se repetia, soando como batidas ou tiros. Isso não durou por muito tempo, antes de o som parar de vez e do jogo fazer mais alguns ruídos. Uma parte da tela foi subitamente tomada por aquele padrão estranho novamente. Parecia uma letra H ao lado de uma letra K; HK. O jogo ficou em silêncio, e eu achei que ele finalmente havia travado. As cores começaram a piscar, e de repente se tornaram verdes e pretas. Depois de um segundo, a tela se transformou em uma bagunça tão grande de pixels que eu nem sequer consigo descrever. O barulho de estática tocou, e em seguida, ouvi Pikachu gritar mais uma vez. Estática, batidas e ruídos. No final, houve um ruído que foi baixando o tom aos poucos.

Então finalmente cansei do jogo, e fechei o emulador. Desde aquele dia, por alguma razão que não consigo explicar, me sinto muito mal pelo que eu fiz...


Teddy


Minha irmã tinha um ursinho de pelúcia, um assustador ursinho de pelúcia. Eu não sei porque,
mas ele me assustava. Era tão perturbador para mim. A coisa tinha olhos que pareciam tão reais.
Era como se fosse feito de um urso real e seu rosto era apenas branco e inquietante.

Primeiramente eu comecei a ter sentimentos estranhos sobre o urso quando minha irmã o
ganhou, ela era apenas um bebê na época, e eu tinha quase 4 anos. Nós tínhamos um cachorro, e
ele tinha o hábito de comer as coisas, então minha mãe sempre tinha que o colocar em uma
pequena sala no corredor do andar de cima. Toda as vezes que subia aquelas escadas, eu via o urso estranho de repente brilhar no canto pra mim, é como se ele estivesse me observando. Essa não é a parte estranha; começou a ficar realmente estranho uns 5 anos depois: com 6-7 anos minha irmã perdeu o interesse no urso, então minha mãe apenas o jogou no armário de brinquedos antigos,o único problema era que o armário ficava no meu quarto.

Quando eu tinha 9 anos, idade suficiente para ficar sozinho e ir para cama sem qualquer
assistência, todas as noites eu deitava na minha cama e apagava minha luz. Foi quando ficou
estranho. Eu estava ficando com sono, mas de repente lembrei da minha mãe colocando o ursinho no armário; lentamente me virei para olhar em todo o meu quarto, para vê-lo através do vidro. Meu coração de repente parou, enquanto eu pensava nos horrores que o ursinho havia me causado, mas com 9 anos, eu queria crescer e perder meus medos, então só sacudi a cabeça e me deitei.

Quando me levantei para tirar meu lençol pra mais longe, notei algo que iria me deixar cicatrizes a vida toda: lá estava, no final do meu quarto, o ursinho. Meu coração começou a bater normalmente de novo. Fiquei ali sentado, olhando para ele por aproximadamente um minuto. Quando eu precisei bocejar, fechei os olhos. Os abri, para ver o ursinho sentado mais perto da minha cama. Neste momento, eu estava realmente assustado. Comecei a me mover para trás, encostei na parede e olhei em volta para ver se havia qualquer indicio de alguém ter entrado no quarto. Olhei para trás para ver o ursinho no final da minha cama, eu estava tão assustado que quase desmaiei de medo. Quando eu pisquei, ele tinha desaparecido. Olhei em volta. Para meu alívio, não vi nenhum sinal dele.

Deitei minha cabeça para trás no meu travesseiro, esperando por um pouco de sono. Então abri meus olhos. Estava acima da minha cabeça, olhando para baixo. Eu gritei pois ele pulou em cima de mim. Eu nunca vou ver um urso da mesma forma novamente. Alguns anos depois, depois de anos de horror, eu o queimei; estava satisfeito em como o urso foi transformado em cinzas na minha lareira.

Eu vivi minha pré-adolescencia e adolescência; a única coisa que eu conseguia lembrar que era de alguma forma semelhante com minha péssima experiência, foi quando assisti Trainspotting. Aquela merda de cena do bebê me chocou tanto, mas fora isso, tudo estava bem.

Quando fiz 19 anos, estava prestes a mudar para minha casa nova. Eu já tinha pegado as chaves da casa e estava pronto para montar minha mobília. Depois de horas de transporte, carreguei a útilma caixa do caminhão de mudança para a porta da frente e fechei a porta atrás de mim. Me virei para ir na cozinha e colocar a caixa na mesa.

Abri para ver que era um armário. Eu o tirei, andei até minha nova sala de estar e o coloquei lá no canto, olhei para ele e pensei comigo mesmo, eu não me lembro de embalar esse armário. Eu realmente não me importava muito com isso, afinal tinha acabado de me mudar para minha casa nova.

Voltei na cozinha para pegar minha televisão e a levei para a sala de estar, quando eu o vi. O
ursinho, ele apenas ficou lá, olhando para mim com aqueles olhos brancos e realistas. Foi além
da minha imaginação, como algo de um filme de terror. Meus medos não podiam ser contido e tanto faz aquilo ser urso ou uma possessão demoníaca, ele sabia que eu estava com medo. Eu o joguei no lixo e coloquei um bloco de cimento em cima da tampa. Naquela noite, eu dormi na minha cama, me sentindo um pouco mais seguro. Acordei de madrugada e olhei as horas. 12:00h.

Ouvi um barulho na cozinha. Fui até lá e notei que a porta de fora estava aberta e no chão tinha marcas de lama com formato de patas que levavam até a cozinha. Eu notei que uma das minhas facas não estavam no suporte e então ouvi algo estranhos atrás de mim. Corri até o carro e dirigi. Olhei no espelho retrovisor e vi o seu rosto. Ele estava segurando uma faca. Eu pisei nos freios. E ele voou pelo pára-brisa da frente, levantou-se e olhou direto nos meus olhos. Me senti como se ele estivesse me puxando pra ele. A única coisa que poderia estar indo em direção a ele seriam minhas duas rodas dianteiras. Me colidi com ele, senti uma leve batida, suspirei de alívio e dirigi. Nem um minuto depois, senti como se algo estivesse cortando a parte de baixo do meu carro. Então saí para verificá-lo: havia uma barra atravessando meu tanque de combustível. Corri bastante até o hotel mais próximo para ficar lá. O único que tinha era a uma milha de distância. Quando cheguei no hotel, caí na cama exausto. Quando eu acordei...

Ele estava no final da cama.



CLIP_28

Em alguns cantos do Youtube, você pode encontrar vídeos e canais abandonados, que ninguém realmente para pra prestar atenção. Alguns vídeos são de característica informativa, como filmes de estudantes que não são mais usados. Outros são projetos de animações incompletos, que ninguém realmente tem vontade de continuar.

Mas alguns são diferentes... Às vezes, são estranhas gravações anômalas do desconhecido.

Eu me deparei com este vídeo, intitulado "CLIP_028"

A descrição era somente: "WOTBAAM33M1, uploading just in case (WOTBAAM33M1, enviando apenas por acaso)".

PS: Este vídeo contém algum sangue e “gore”, assista a seu próprio risco.


O vídeo contém uma introdução de alguém escrevendo uma carta para um homem chamado "Sr. Garfield." Fora isto, fui incapaz de entender o contexto do que é mostrado no vídeo.

Outra coisa fora do normal, é que o YouTube te dá uma mensagem de erro, ao tentar acessar o canal do usuário, e todas as atividades deste canal foram interrompidas após este vídeo.

E se...


Confie em mim leia essa história com as luzes apagadas e sem ninguém que possa te incomodar.




Muitas histórias de fantasmas normalmente têm fáceis explicações, devido aos profundos medos psicológicos enraizados em nossos instintos básicos. Queremos proteger nossos filhos, e temos medo do que pode acontecer com eles no momento em que estão fora de nossas vistas. Temos medo de cadáveres, pois eles indicam nossa própria mortalidade, e nos faz imaginar que talvez, a causa da morte do cadáver poderia nos matar também. Temos medo da escuridão, porque cega nossos sentidos.

Por que, então, algumas imagens continuam a aparecer diversas vezes para nós? Uma imagem, uma descrição que muitos tentam visualizar, ao tentar descrever uma entidade terrível, que não tem nenhuma semelhança com nenhum dos predadores já conhecidos. Um ser humano, careca, com olhos negros, uma figura alongada, alta, dedos longos e pele pálida; uma descrição que já foi usada no passado para descrever certos vampiros de idade, e agora, uma imagem atribuída a outras entidades, como Slenderman, ou monstros de histórias de fantasmas. O que poderia ter acontecido para que esta imagem ficasse gravada tão profundamente em nosso subconsciente?

Será que a tal criatura descrita existe mesmo? Aquele, cujo comportamento é tão aterrorizante que supera outros medos mais comuns? Eu até duvidaria disso, mas considerando certas circunstâncias, não consigo parar de pensar que isso pode ser verdade. Acredito que devem existir criaturas que se encaixam nessa descrição... Criaturas como esta que está te observando através de sua janela neste momento.